![]() LH (2)_edited | ![]() ae5317ba-ec1a-4ad6-9cd1-8b71d36d44ce | ![]() Kizomba (1)_Moment_edited | ![]() 7b1d9e_622173cf434c4e4da9f94fed2158c130~mv2 | ![]() IMG_5471_edited |
---|---|---|---|---|
![]() DSC_0972 | ![]() 13616184_10210489559101911_1693619988_o_edited_edited | ![]() DSC05839_edited | ![]() 20160508_172834 |
A MINHA JORNADA
de reencontro com meu corpo
Eu me relaciono com o mundo dançando.
Eu demorei para entender isso. Só que depois que eu fui aceitando, comecei a perceber que dançar, para mim, era muito mais do que profissão. Dançar e me movimentar é a forma como eu me relaciono com o mundo. É através de meu corpo - e da minha dança - que eu me conecto, que eu me expresso, que eu vivo. É pela dança que eu me transformo.
Uma pessoa que foi muito especial na minha vida uma vez me escreveu um poema mais ou menos assim: "A dança não me encontrou; eu encontrei a dança em mim". Faltava tirar as camadas da cebola que me cobriam. Mas ela sempre esteve ali.
Vem comigo!
Tenho andado por aí buscando entender a relação dos povos com corpos e movimento. A cada imersão, me encanto mais com a potência de dançar, que sempre desempenhou um importante papel social e cultural.
Tradicionalmente nas sociedades tribais a dança permitia que cada indivíduo se sentisse parte de sua própria tribo. No mundo contemporâneo, eu enxergo a dança como uma ponte para essa conexão entre indivíduo e sociedade; entre "eu" e o "outro"; entre o corpo e a mente. Compartilho a jornada co-criando em espaços de partilha.
Por onde você quer começar?